Finalmente, hoje é um dia pra dizer: estou triste. Talvez seja tristeza, mas pra dizer a verdade, aquele menino prodígio mexeu muito comigo. E desde que o descobri, fiquei assim, ''mexido''. É meu irmão mais novo e meu irmão mais velho também iria gostar de acompanha-lo. Porém as pessoas desse mundo são e estão tão dispersas e desinteressadas (ou interessadas somente em si). As coisas tão virtuais, num certo sentido. Minha fé, meus princípios, ainda estão num tempo existente em que as coisas são simples, simples mesmo. Não tem nenhuma ingenuidade nisso. Mas enfim... paciencia!
Não tenho notícia do Lô, tem tempo já. Não sei o que aquele bicho tá arrumando. Vocês estão sabendo? E falando em música. Estou mais ou menos cumprindo minha meta. E minha meta esse ano é: montar um repertório de música clássica ou erudita. Estou meio que na metade do projeto. Essa bagagem erudita é importante e ano que vem, não sei quando, volto à compor. Que é uma outra arte. As pessoas pegam a música pronta, acham que a música está à mercê delas. Mas é justamente o contrário. Existe uma inversão de valores aí, ou uma decadência do valor dessa arte - a música.
Por falar em valores, tem essa coisa, que vocês sabem, do Rio. Penso nisso sempre, nos finais de semana. Esse tipo de pensamento vira a minha tônica. Não sei como vou pagar essa ''dívida''. Essas coisas de coração, além do bem e do mal. Tais coisas é o que gostaria de falar um dia. Ainda bem que não estou mais sozinho nessa. Essas ''coisas'' não são acumulativas, não dão tristezas nem nada. Mas ficam no ar, na espera, no sonho, subjetivas, e creio que em outras culturas, é a essência do que será, do virá a ser (?).
Ninguém constrói algo, sem antes imaginá-la. Todavia, as pessoas por aqui se alimentam muito de sonho, sentem ''fome'', e precisam ser, consequentemente, ''saciadas''. Estou falando em linhas gerais. É claro que tem o outro lado, o lado ''sujo'' e tal. Mas esquecendo essa parte ''suja'', será isso uma caracteristica de nossa cultura? A do sonho e da permanencia nele? Vi aí umas propagandas new age aí, que curti. Estou me incluindo e me tirando do contexto.
Enfim, divaguei mais uma vez, sobre algo que somente vejo. Sei muito mais do que disse, mas escrevo de ''primeira'', e aleatóriamente. Não vou entrar no mérito do ego no plano coletivo ou individual. E só queria dizer, que vocês já fizeram (em claras palavras: me fizeram feliz), que se fosse o Drummond, diria exatamente: inundou a minha vida inteira! Já falei isso, e novamente digo, e tem gente que que consegue ser mais egocentrico que um personagem do meio! Vocês repararam isso, e foi um prato cheio pra ambas as partes aí!
Mudando de alho pra bugalho. Sempre questionei o por que de cada mulher, ser tão diferente da outra, tão elas mesmas, tão caracterisiticas, enquanto nós, homens, somos tão padronizados. Talvez, a flexibilidade, o ceder, que surge a característica de cada um, e consequentemente sua personalidade genuína. A coragem de ser o que é. Falo isso porque vocês, ainda farão (num caminho não linear), e terão ''aliados''. Outras pessoas que estão chegando e irão se agregar. Que isso seja na vida e no trampo. Fico, como vocês, igualmente feliz.
E escrevi um monte de abrobrinha e era só isso que vocês queriam saber: esse lance de mulher tá começando a pegar! Claro! Não sei se a tal cabelereira, não tenho certeza absoluta, se é de conhecimento seus. Não disse nada. E se for o caso, ela é casada!! Não falem mais dela! Tentei dizer pra Luciana, que foi também minha tônica no fim de semana, que se ela tivesse me pondo nas suas orações cheias de fé, que ela já me disse que as faz com tal fervor, que elas chegam até mim, e as faço igualmente. Só pra facilitar!!! É uma pessoa especial, mestra na arte da adivinhação, dom que toda mulher tem. Até pouco tempo atrás, eram muitas as que tinham e desenvolviam esse dom. Mas talvez ande babando na frente da TV (não sei qual é a opinião do nosso Patrick)!!!
Sei lá pessoal! Depois falo sobre isso, - vocês já viram e já sabem- e falarei sobre Caeté... Da minha parte, dá pra contrariar o ditado: ''uma andorinha não faz verão''. E a letra da música, na parte, ''o solidário não quer solidão'',o que não é há tempos, o meu caso. Essa é a minha preza! Sigamos em frente!
Abraço!